No campo das relações exteriores, o mais importante é sempre tratar de projetos que sejam benéficos ao nosso país sem nenhuma perda, seja em recursos naturais, econômicos e etc. Tratar com respeito e inteligência as relações internacionais tendo em vista os acordos que são parte tão importante da economia do nosso país.
Defesa do máximo de abertura econômica e cultural no mundo com o mínimo de restrição a tais inovações e experimentos.
Instrumento mais poderoso a desenvolver são as coalizões entre países: sejam regionais (como o Mercosul e a União Sul-Americana), de países com determinadas semelhanças (como os BRICS) ou de propósito específico (como os tratados a respeito de mudança de clima).
Priorização, nos acordos bilaterais e multilaterais de comércio, de nosso acesso aos meios de qualificação produtiva e tecnológica. Cada acordo deve servir ao objetivo de colocar o Brasil no rumo da economia do conhecimento não só na manufatura avançada, mas também nos serviços intelectualmente densos e na agricultura de precisão.
Criar um projeto para que assim pudéssemos discutir sobre o aquecimento global e tudo que o envolve, ou seja, criar uma novo tratado sul-americano.
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